terça-feira, 29 de abril de 2008

Encontrando para comunicar

Renata Roxo

É com o slogan "De que você samba?" que a logo do ENECOM (Encontro Nacional dos Estudantes de Comunicação Social) 2008 vai circular.

Depois de passar dois anos suspenso e ser substituído por seminários em 2003 e 2004, o evento voltou a ser produzido com carga total e, mantendo a sua tradição itinerante, vai ter a sua 29ª edição sediada na cidade do Rio de Janeiro.

Ano passado, na edição que aconteceu em Alagoas, 1500 estudantes se inscreveram e os que aproveitaram o encontro ao invés de ir fazer turismo consiguiram tirar um bom proveito do encontro.

A programação inclui painéis de debate, oficinas, palestras e intensa programação cultural (para este ano existe o plano de uma mostra de filmes) e costuma reunir estudantes de comunicação vindos dos quatro cantos do país.

A diretora do programa "Retalhão" do Canal Brasil, Fernanda Figueira, participou de um encontro quando ainda era aluna da UFRJ.

- Acho importante o estudante de comunicação partcipar do ENECOM. É um evento que abre portas e te dá a oportunidade de conhecer pessoas e pensamentos diferentes. Pra mim, foi uma experiência única, que eu guardo com muito carinho.

O ENECOM vai acontecer entre os dias 13 e 20 de julho no campus da UFF, em Niterói, e você pode se manter informado através da lista de e-mail criada no Yahoo Groups, da comunidade no Orkut, do blog e do site do ENECOS (Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação).

Vale a pena ficar de olho já que o número de inscrições é limitado, partcipar e aproveitar!




Clique aqui para voltar ao Diário da Tarde

Show na Praia de Copacabana homenageia Cazuza

Agatha Ramos

Uma grande opção nesse feriado para quem quer se divertir sem gastar muito, é o show de comemoração ao Dia do Trabalhador na Praia de Copacabana. Nesse 1° de Maio, artistas sobem ao palco - que será montado em frente ao Copacabana Palace – em uma homenagem a Cazuza, que teria feito 50 anos no último dia 4 de Abril.

O evento, programado para 18h30, faz parte do Projeto Tim Música, que pelo quarto ano consecutivo leva artistas às areias da Praia de Copacabana, para apresentações gratuitas ao público.

Estão escalados para o show: Ney Matogrosso, Caetano Veloso, Zélia Duncan, Sandra de Sá, Leoni, Paulo Ricardo, Preta Gil, Ângela Rô Rô, George Israel, Arnaldo Brandão, Gabriel O Pensador, além de integrantes do Barão Vermelho de várias fases como: Guto Golffi, Dé Palmeira, Maurício Barros, Fernando Magalhães e Rodrigo Santos.

Ney Matogrosso e sua banda, abrem a noite com as canções "O tempo não pára" e "Pro dia nascer feliz". Os outros artistas serão acompanhados por dois integrantes do Barão Vermelho, Guto Goffi (bateria) e Fernando Magalhães (guitarra), Humberto Barros (teclados) e Jorge Valadão (baixo), e relembrarão sucessos como: ''O Nosso Amor a Gente Inventa'', ''Preciso Dizer Que Te Amo'', ''Blues da Piedade'', ''Malandragem'', ''Todo Amor Que Houver Nessa Vida'', ''Bete Balanço'', ''Codinome Beija-Flor'', ''Brasil'' e ''Solidão Que Nada''.

Roberto Frejat não está na relação dos artistas que irão participar do tributo. Foi com Frejat, que Cazuza compôs grande parte de suas canções. Os dois são os responsáveis pela maioria das composições da época em que Cazuza estava no Barão Vermelho, além de outras da carreira solo.

E mais:

Sociedade Viva Cazuza

Veja o trailer do Filme ''Cazuza - O tempo não pára''

Em seu novo álbum, Adriana Calcanhotto faz releitura ''Mulher Sem Razão'' , de Cazuza, Dé e Bebel Gilberto



Clique aqui para voltar para o Diário da Tarde

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Undernight Metal

Patricia Duarte

Acontecerá nesta sexta-feira dia 18/04, às 20h, no Espaço Cultural Marlene, em Vila Valqueire, onde 4 bandas independentes se apresentarão, em um único evento, mostrando o que há de melhor em estilos como:thrash metal, hard pesado, metal puro.

Entre as quais se destacam a Alcoollica , que após um tempo afastada dos paucos, resolveu voltar e em grande estilo. A banda fará o 1o show de 2008, tocando o Kill´em all inteiro (1º Cd do metallica).


A segunba banda da noite, será Afterage - A banda revelação do thrash metal 2008 lançando seu EP ¨Afterage¨.
Ainda teremos a Possessonica - Grande banda de Bebeto Daroz (Ex Dust From Misery) ao maior estilo de hard pesado lançando seu EP ¨Aqui há Dragões¨. E por fim, a PROPHECY - Em show de 1 hora de duração mostrando o poder do metal carioca no mais puro THRASH devastador! "Essa iniciativa é muito importante para essas bandas novas, que buscam algum tipo de reconhecimento no futuro. Eu estou aqui, apenar para seder o espaço, o grande evento, quem faz é banda." diz Eduardo Guimarães, responsável pelo Espaço Cultural.

Clique aqui para voltar para o Diário da Tarde

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Seu Jorge no palco da Fundição

Agatha Ramos

Há cinco anos longe dos palcos cariocas, Seu Jorge se apresenta esse sábado, dia 26 de abril, na Fundição Progresso, lançando seu mais novo álbum ''América Brasil''. A turnê, iniciada em agosto de 2007, já passou por vários Estados brasileiros e pela Europa e promete fazer jus a sua definição sobre o novo trabalho : ''para fazer dançar''.

Além das clássicas ''Pretinha'', ''São Gonça'', ''Mangueira'' e ''Carolina'', o repertório do show conta com faixas do novo CD, como ''América do Norte'', ''Voz da Massa'', ''Trabalhador''e''Burguesinha''.

A abertura do evento fica por conta de Gabriel Moura, e seu novo trabalho Gafieira Samba Funk. Fundador junto com Seu Jorge, do Farofa Carioca, além de autor de 8 das 11 faixas do CD ''América Brasil'', o cantor, faz a mistura certa entre o samba e o funk.


Para encerrar a noite, a Bateria da Mangueira completa o evento que promete fazer uma noite para ninguém ficar parado.Quem pretende conferir o show, é bom se apressar, pois o primeiro e o segundo lotes dos ingressos já estão esgotados.


Fundição Balanço com: Seu Jorge - show "América Brasil"
Abertura: Gabriel Moura
Encerramento: Bateria da Mangueira
Classificação etária: 18 anos

Fundição Progresso
Rua dos Arcos, 24, Lapa - Rio de Janeiro
Tel.: (21) 2220-5070
Site:
www.fundicaoprogresso.com.br

Ingressos:

R$ 35,00* (3º lote)

R$ 40,00* (4º lote e na hora)


*Estudantes, idosos e quem trouxer 1kg de alimento ou flyer



Pontos de Venda

Bilheteria da Fundição

Segunda a sexta, das 10h às 13h30 e das 14h às 18h

Sábado: a partir das 12h

Lojas South (Norte Shopping e Plaza Shopping Niterói)

Lojas Banco de Areia (Barra Shopping, Ipanema 2000 e Rio Sul)

Banzai Tattoo (Tijuca)

Vendas Online : www.ingressocerto.com

Clique aqui para voltar para o Diário da Tarde

Jornalista e Biólogo lançam livro sobre os Rolling Stones

Daniel Moncada

Um jornalista e um biólogo uniram suas paixões pelos Rolling Stones e escreveram o livro Sexo, Drogas e Rolling Stones - Histórias da banda que se recusa a morrer.

O livro é um completíssimo apanhado de histórias do grupo, desde o seus primórdios, na década de 60 até o lançamento do filme "Shine a Light", documentário sobre os Stones filmado por Martin Scorsese que estreiou mundialmente nos cinemas dia 4 de abril. Além disso muitas entrevistas e fotos raras e inéditas. Um ponto que diferencia este livro dos outros tantos já escritos sobre o grupo é o foco na relação de seus integrantes com o Brasil, contando desde as primeiras visitas de Mick Jagger, como simples turista, em 1968, até o gigantesco espetáculo na praia de Copacabana, no Rio, em 2006.

Os autores são antigos fãs do grupo. José Emilio Rondeau é jornalista e desde 1977 escreve sobre rock, cinema e cultura pop para as principais publicações brasileiras. Antes de se mudar para Los Angeles, onde foi correspondente internacional de 1987 a 2004, roteirizou e dirigiu viodeoclipes para alguns dos mais importantes artistas rock brasileiros, como Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Lobão e RPM.
O biólogo Nelio Rodrigues deixou de lado as pesquisas sobre algas de água doce e a cátedra universitária para se dedicar a investigar, historiar e documentar o rock brasileiro, sobretudo das décadas de 1960 e 1970.

Sexo, Drogas e Rolling Stones – Histórias da banda que se recusa a morrer foi lançado semana passada e já está na maioria das livrarias da cidade.


Clique aqui para voltar para o Diário da Tarde

Meio século de Bossa - Uma pergunta

Renata Roxo

A Bossa Nova, em seus cinqüenta anos, reúne uma vastidão de histórias, personagens, gêneros musicais surgidos a partir dela. O escritor Ruy Castro passou dois anos pesquisando todas estas vertentes antes de conseguir lançar o livro "Chega de Saudade" (Cia. das Letras, 1990), tido como a melhor biografia existente da Bossa; aqui neste blog, isso não será possível.

No decorrer das matérias, uma pergunta surgiu:
A música brasileira seria a mesma se não existisse a Bossa Nova?
Fomos atrás de quem pudesse respondê-la.

O escritor e estudioso da Música Popular Brasileira, Renato Vivacqua, é membro do Clube da Bossa Nova de Brasília e é contra os que colocam a Bossa como divisor de aguas da MPB. Segundo ele, "O nosso cancioneiro popular sempre foi muito rico antes mesmo de 1958. A Bossa Nova durou pouco em razão (segundo depoimento de seus principais vultos ainda vivos) de ter se tornado um modismo e com isso foi invadida por um enxame de picaretas incompetentes que a desvalorizaram." Para ele "A Bossa Nova foi oportuna numa época de colonialismo musical, tendo valorizado muito o instrumentista então relegado. Mas, sem dúvida abriu os olhos do mundo para nós."

Já o músico e compositor Toquinho, que foi parceiro do ícone Vinícius de Moraes, acha que "Não só a música brasileira, mas o universo musical não seria o mesmo se não tivesse recebido as influências renovadoras da Bossa Nova, que conquista gerações a cada novo impacto provocado por suas características."

Ao escrever sobre a Bossa e comemorar também os seus 50 anos, este blog assume a importância que ela teve e tem para a música popular brasileira, que é um assunto a ser conhecido, estudado, que merece ser ouvido, mas prefere deixar a opinião a seu cargo;criamos uma comunidade no site de relacionamentos Orkut, onde você pode dar a sua resposta à esta pergunta também.

Participe!
Bossa Nova - A Enquete

Ruy Castro
Renato Vivacqua
Toquinho

Clique aqui para voltar ao Diário da Tarde

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Meio século de Bossa - Em alta e se renovando

Renata Roxo

Em meio às comemorações de meio século de vida da Bossa Nova seus precursores ,ainda na ativa, fazem cada vez mais shows pela cidade. Mas existe uma turma que é bem mais nova, não era nascida em 1958, e que também faz e vive de Bossa.

Na maior parte dos casos, eles usam a música como base para criar uma nova música. Quem já não ouviu a cantora Fernanda Porto, que estourou com uma gostosa versão em drum'n'bass de "Só tinha de ser com você", de Tom Jobim? Ou não ouviu falar do disco que Fernanda Takai, cantora do grupo mineiro Pato Fu, acabou de lançar com regravações de clássicos de Nara Leão?

Entre os artistas mais badalados na nova Bossa Nova, estão filhos de "bossanovistas", como a cantora Clara Moreno (filha de Joyce) e Bebel Gilberto (filha de Miúcha e João Gilberto), ambas com trabalhos largamente elogiados no exterior e composições de próprio punho, além das versões exigidas pelo público. O Bossacucanova conta com o próprio Roberto Menescal entre seus integrantes, que fazem remixes de canções como "Canto de Ossanha", "Barquinho" e "Influência do Jazz", além de trabalhos para outros compositores.

Para o compositor Toquinho, parceiro de Vinícius de Moraes "A Bossa Nova representa uma sensação de renovação constante. É como se tudo se refisesse em função de uma beleza que perdura independente do tempo e da idade".

Mais do que nunca ela está em alta e se renovando.

Saiba e ouça mais sobre eles:





Clique aqui para voltar ao Diário da Tarde